22 de janeiro de 2010

"...Tenho mais medo da mediocridade que da morte.
Eu desconfio que a única pessoa livre, realmente livre, é aquela não tem medo do ridículo.
As massas humanas mais perigosas são aquelas em cujas veias foi injetado o veneno do medo. Porque o medo é a maior das doenças, porque paralisa o corpo e a mente.
Minha força está na solidão.
Não tenho medo das tempestades porque sei como guiar meu navio".