23 de janeiro de 2010

Olhar-se ao espelho e dizer-se deslumbrada: Sou tão delicada e forte. E a curva dos lábios manteve a inocência.
Não há homem ou mulher que por acaso não se tenha olhado no espelho e se surpreendido consigo próprio. Por uma fração de segundo a gente se vê como a um objeto a ser olhado. A isto se chamaria de Narcisismo, mais eu chamaria de: Alegria de ser. Alegria de encontrar na figura exterior os ecos da figura interna: Ah, então é verdade que eu não me imaginei, eu existo!