11 de julho de 2014

Livre-se da baixa autoestima

"A baixa autoestima é um perigoso veneno que, eventualmente, destroi qualquer potencial de uma vida feliz. Não se deixe contaminar. Ser quem se é sem precisar da aprovação alheia é a única maneira de ter uma vida saudável. No entanto, é preciso aprender a desviar das situações e pessoas que nos deixam com a autoestima no chão.
Desde quando nascemos somos bombardeados pelos padrões da sociedade, impostos principalmente pela mídia. Crescemos acreditando que sermos nós mesmos não é suficiente, que nosso corpo não é bom o suficiente, muito menos nossa personalidade. Que sermos nós mesmos não inspira uma vida de sucesso - palavra obrigatória no vocabulário de quem cai nesta cilada. E então, começamos uma corrida para atingir as expectativas dos outros em relação a nós e a nossa vida. Muitas vezes, a corrida é feita para atingir as expectativas dentro de nossas próprias casas. Não é exatamente isto que acontece? E quando percebemos que entramos numa cilada, já se passaram uns bons anos de nossa juventude sob tal pressão, os quais ficamos atolados numa lama de baixa autoestima e sentimento de fracasso. E é exatamente assim que se molda uma pessoa insegura e cheia de medos para enfrentar a vida.
Como seria bom se todos nós tivéssemos tido a confiança necessária para sermos quem somos em todas as situações, para respeitarmos nossa personalidade e o nosso corpo exatamente como são. Para dizer sim e para dizer não quando fosse apropriado. Mas, a boa notícia é que o tempo nos ensina tudo, inclusive como curar o nosso sentimento doentio de baixo autoestima e não aceitação de nós mesmos. Por isso, não se contaminar com a expectativa alheia vai levar você a uma vida mais saudável emocionalmente. E, por consequência, mais feliz.
Aprender a ser mais assertivo em relação às pessoas, e à vida, é importantíssimo para melhor conhecermos a nós mesmos. E, também, para nos dar a segurança de enfrentar a vida de cabeça erguida e em paz com quem se é e como se é.
(Artigo retirado do Blog OBVIOUS, de REJANE BORGES)